Rua Adalgisa Lima 323 | 201 - Cerqueira Lima - Itaúna | MG

(37) 3242-3962 jmaximo@jmaximo.com.br

Em qual direção ir em tempos de crise?

direcionamento

jmaximo bússula2

Para onde ir em tempos de crise? É uma pergunta recorrente que tem sido feita com uma frequência alta por empreendedores de micro, pequenas, médias e grandes empresas e as quais nós temos percebido discussões em âmbitos públicos e privados nas quais as respostas são muito confusas, e nem sempre apresentam uma solução prática.  Para que todas as dúvidas sejam resolvidas vamos falar de ações práticas e a aplicação de técnicas já consagradas por terem sido aplicadas em várias crises.

Inicialmente é preciso lembrar que toda empresa é um conceito objetivo, não existe empresas na natureza, o conceito de empresa é um conceito única e exclusivamente humano, é o resultado da idealização e da criação de uma estrutura física e organizacional, para se alcançar um determinado objetivo com menos sofrimento e com mais facilidade em termos de tempo e de esforço.  Dessa forma o empresário deve se colocar na posição de o único responsável pela capacidade de gerar, e por realizar a implementação dos planos para sua empresa.

Um plano é composto em três partes a saber: o propósito, ou objetivo a ser alcançado, a segunda parte é como alcançar esse objetivo, os meios, recursos e caminhos utilizados, que podem ser estratégicos ou não, e na terceira parte como controlar e gerenciar o alcance dos objetivos, permitindo intervenções, caso o plano não aconteça como foi idealizado.

Em tempos de crise quem não tem um plano fica mais suscetível a confusões é a informações não pertinentes ao seu negócio, já quem tem um plano tem um mapa a ser seguido, que dará condições de balizar as suas decisões em função dos objetivos estratégicos a serem alcançados e previamente escolhidos.   Lembrando que todos os planos precisam de respeitar as características do ambiente de mercado e do momento do mercado,  são importantes o plano ser factível, ou seja ele tem que ser realizável ele não pode ser um sonho ou uma utopia,  o plano deve ter um grau de desafio, que leve a evolução da empresa, mas não pode ser uma coisa muito fácil, mas também não deve ser impossível de se realizar,  o plano deve ser alcançado através dos recursos disponíveis pela empresa e se eles não forem da empresa devem ser obtidos externamente (know how, processos, pessoas, recursos financeiros, recursos técnicos, etc…).

O plano é uma projeção de um ponto no futuro que deve ser alcançado, o fato de haver um plano não significa que ele irá se realizar exatamente como foi idealizado, dessa forma todos os planos precisam de alternativas para as quais, à medida que não se tornarem realizáveis como foram idealizados, sejam possíveis a adoção de alternativas que preservem o alcance do objetivo, mesmo que não na sua totalidade.

Nos países modernos os empreendedores aprendem desde cedo que dificuldades na realização de um plano também são oportunidades, que podem até levar a resultados melhores do que aqueles que seriam alcançados pelo plano original, e que para tal, devem olhar com muito foco, e com a compreensão de toda a empresa e de seu contexto de mercado e de momento, e se necessário for agregar pessoas com habilidades conhecimentos e capacidades diferentes para ajudá-lo a alcançar novos objetivos e novos resultados.

Normalmente os planos são criados em cenários onde se tem visão não tão clara do futuro imediato, nunca há certeza absoluta, o que pressupõe que todos os nossos planos devam conter alternativas de atuação ou mesmo a adoção de outros planos que possam ser realizados em função da contingência encontrada.

Os planejadores mais experientes já criam junto com o plano original, o que nós conhecemos como o plano B, plano C, e até plano D, desta forma eles estão protegendo o alcance dos objetivos, mesmo nas condições de incerteza.

jmaximo letras planos

Nem sempre é possível se aplicar planos alternativos, mas é possível analisar os riscos envolvidos e avaliar as melhores opções de atuação frente aos riscos identificados.  Os antigos têm um ditado popular que é: “não coloque todos os ovos em uma única cesta”, assim o plano não pode ser a única alternativa do empresário, ele deve permitir opções de atuação, ou mesmo novos planos, caso seja preciso preservar o alcance de seus projetos.

E por falar em projetos, toda empresa precisa de liderança, toda empresa precisa de direção, e toda empresa precisa estar unida na busca de seus objetivos, a palavra projeto é muito utilizada seja como modismo, ou seja como uma representação real de uma ferramenta de gestão, de um plano que existe para ser alcançado pela totalidade da empresa.  Cabe ao empresário ser este líder, também ainda há a necessidade de o empresário ser aquele que aglutina, aquele que integra todos os esforços e recursos da empresa para o alcance dos objetivos, para os quais ela foi criada. Neste contexto o papel do empresário se torna mais amplo, mais forte, ressaltando a necessidade de uma vigilância e de uma atuação continuada, não só na criação dos planos, mas na gestão dos planos, na medição e no controle dos resultados alcançados e também na tomada ágil de decisão, caso seja necessária uma intervenção nos planos da empresa.

As decisões de organização, de planejamento, de implementação dos planos, são obrigações do empresário e devem ser realizados pelo empresário, devem ser exclusivamente decididas pelo próprio empresário, com a participação ou não dos empregados. Quando este empresário se julgar, ou se sentir incapaz de realiza-los deve contar com ajuda de um consultor externo.

Bom planejamento, boa implementação e sucesso em seus objetivos!

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>